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Terceiro vídeo da série “Pode Ser HPP” traz Nino e Pedro, do Castelo Rá-Tim-Bum, em campanha sobre doença rara que também afeta adultos

Terceiro vídeo da série “Pode Ser HPP” traz Nino e Pedro, do Castelo Rá-Tim-Bum, em campanha sobre doença rara que também afeta adultos

Ação faz parte de uma série de vídeos estrelados pelos personagens do Castelo Rá-Tim-Bum para conscientizar sobre a Hipofosfatasia (HPP), doença rara que pode levar até 24 anos para ser diagnosticada⁹,¹⁰.

São Paulo, outubro de 2025 – A AstraZeneca lança o terceiro vídeo da série “Pode Ser HPP”, campanha que une nostalgia e informação ao trazer de volta personagens marcantes do Castelo Rá-Tim-Bum para falar sobre a Hipofosfatasia (HPP), doença rara, hereditária e multissistêmica que afeta ossos e dentes¹,³. 

Depois dos encontros entre Nino e Celeste no primeiro vídeo e entre Nino, Celeste e Penélope no segundo, o novo episódio apresenta um diálogo entre Nino (Cássio Scapin) e Pedro (Luciano Amaral), em uma conversa leve e educativa sobre como a HPP também se manifesta em adultos, provocando sintomas como dor musculoesquelética, fadiga, fraqueza e perda funcional⁶,⁷. 

A série “Pode Ser HPP” resgata o imaginário de uma geração de brasileiros que cresceu assistindo ao programa infantil e reforça, de forma lúdica e afetiva, a importância de reconhecer os sinais da doença e procurar avaliação médica e que olhar para além do osso é fundamental para mudar a história de vida de pacientes com HPP. O projeto também marcou o primeiro reencontro dos personagens do Castelo Rá-Tim-Bum desde o fim da série, transformando o afeto e a nostalgia em um canal de conscientização sobre a doença. 

Um dos principais sinais da HPP é quando o exame de sangue mostra níveis baixos da enzima fosfatase alcalina¹, essencial para a formação dos ossos e dentes, o que pode levar a fraturas recorrentes, perda dentária precoce, dor musculoesquelética e fadiga persistente²,⁴. 

Embora muitas vezes associada à infância, cerca de 80% dos pacientes com HPP registrados mundialmente são adultos que permanecem sem diagnóstico ou tratamento adequado⁶,⁷. Nos adultos, a progressão silenciosa da doença pode causar dor crônica e perda funcional irreversível, o que reforça a importância do diagnóstico precoce⁶. Estudos mostram ainda que mais de 50% dos adultos com HPP relatam dor muscular, fadiga e limitações importantes, frequentemente confundidas com osteoporose, artrite, pseudogota ou fibromialgia⁷. O atraso no diagnóstico chega a 10 anos em adultos e até 24 anos quando os primeiros sintomas surgem na infância⁹,¹⁰. Caso se identifique ou conheça alguém com os sintomas, busque e indique um endocrinologista ou geneticista. 

Sobre a AstraZeneca 

A AstraZeneca é uma biofarmacêutica global, orientada pela ciência, com foco em oncologia, doenças raras e medicamentos biofarmacêuticos, incluindo doenças cardiovasculares, renais, metabólicas, respiratórias e imunológicas. Com sede em Cambridge, Reino Unido, a empresa está presente em mais de 100 países e seus medicamentos são usados por milhões de pacientes em todo o mundo.
Mais informações: www.astrazeneca.com.br | Instagram: @astrazenecabr 

 

Referências 

  1. Tournis S, Yavropoulou MP, Polyzos SA, Doulgeraki A. Hypophosphatasia. J Clin Med. 2021;10(23):5676. 
  1. Medical News Today. Hypophosphatasia: Symptoms. Disponível em: https://www.medicalnewstoday.com/articles/hypophosphatasia-symptoms. Acesso em 02 out 2025. 
  1. Bianchi ML. Hypophosphatasia: an overview of the disease and its treatment. Osteoporos Int. 2015;26(12):2743–57. 
  1. Rockman-Greenberg C. Hypophosphatasia. Pediatr Endocrinol Rev. 2013;10 Suppl 2:380–8. 
  1. National Organization for Rare Disorders (NORD). Hypophosphatasia. Disponível em: https://rarediseases.org/rare-diseases/hypophosphatasia/. Acesso em 02 out 2025. 
  1. Kishnani PS, et al. Hypophosphatasia in adults: burden of disease and impact of asfotase alfa treatment. 2024. 
  1. Dahir KM, et al. Clinical manifestations of hypophosphatasia in adults: an international study. 2023. 
  1. Brandi ML, et al. Advances in diagnosis of hypophosphatasia: ALP as a key biomarker. 2024. 
  1. Högler W, et al. Diagnostic delay in hypophosphatasia: data from the Global HPP RegistryOrphanet J Rare Dis. 2019;14:45. 
  1. Kishnani PS, et al. Hypophosphatasia across the life span: diagnostic challenges and management strategies. 2024. 
  1. Rockman-Greenberg C. HypophosphatasiaPediatr Endocrinol Rev. 2013;10 Suppl 2:380–8. 

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